No próximo dia 15 completará três anos do assassinato do assessor nacional do Setor Juventude da CNBB, padre Gisley Azevedo Gomes. O crime comoveu toda Igreja do Brasil e da América Latina, em especial os setores ligados à evangelização da juventude. O religioso era um dos principais articuladores da mobilização em defesa da vida e dos direitos dos jovens brasileiros, a Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio de Jovens.
Padre Gisley foi morto com três tiros na região da cabeça. O corpo foi abandonado em um matagal na margem da rodovia DF-445, área rural da cidade-satélite de Brazlândia, no Distrito Federal. Em nota, a CNBB lamentou o ocorrido e afirmou que o sacerdote “foi vítima da violência que ansiava combater”.
A proposta segue o Ofício Divino da Juventude.
Gelinton Batista – PJ Maringá
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